The Sims 1 – Sobre o jogo – Parte 1 (de 7)

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Lançado em 2001, o jogo The Sims caiu nas graças do público já na época de seu lançamento. Neste post veremos os motivos para que esse jogo tenha chegado ao ganho sucesso que possui hoje.

Jogando com a vida

A recusa do jogo pela produtora Maxis resultou na compra da franquia pela Electronic Arts, lançando Wil Wright ao nível de pai do maior sucesso de vendas da historia dos videogames.

Os jogos da primeira geração de The Sims foram lançados entre os anos de 2001 e 2003, encerrando com a última expansão Makin’ Magic (ou, como chamada no Brasil, Num Passe de Mágica).

O jogo base da série se inclui no tema Simulação pois apresenta ao público as hilárias personagens conhecidas como Sims, que são seres virtuais de várias espécies (animais, humanos e seres sobrenaturais) e a função do player é oferecer a eles a melhor vida possível.

O player tem literalmente a obrigação de realizar as tarefas mais básicas de criação de seus Sims, desde a alimentação até a profissão.

Porém, fora da vida comum de uma pessoa e oferecendo recursos que ultrapassam a simples “brincadeira de casinha”, como diriam os machões da escola em 2001, o jogo oferecia funções extremamente avançadas da criação de um ser, como técnicas de “simicídio” (era possível matar os sims afogados na piscina, queimados no fogo da lareira, entre outros), assombrações por fantasmas, invasão da casa do sim por ladrões e NPCs como o Sr. Mistério que entregava um pacote muito estranho em sua porta, além dos pets e das celebridades que foram acrescentados, respectivamente, nas expansões O Bicho Vai Pegar e Superstar.

The Sims conquistou uma enorme legião de fãs fieis à franquia, que acompanharam o processo de desenvolvimento de cada uma de suas quatro gerações, lançadas nos anos de 2001 (The Sims), 2004 (The Sims 2), 2009 (The Sims 3) e 2014 (The Sims 4).

Esta e as próximas postagens serão dedicadas a cada faceta deste jogo incrível.

 Parte 1 – Vivendo com os Sims

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Os jogos da série The Sims levam o player a sentir-se imerso no mundo fictício de SimCity, que sofre vários dos mesmos problemas que nossa sociedade, porém os retrata de maneira cômica. Um exemplo disso seria a personagem “Palhaço Triste” que surge para “alegrar”  pessoas deprimidas.

Além deste solitário e infeliz morador, somos apresentados a personagens como Laura, Vladimir e Cassandra Caixão. Sim. Caixão é o sobrenome desta família que mora em um sobrado inspirado na arquitetura gótica ladeado de um belo cemitério familiar. Eles são, desde o início, a nata da sociedade e vivem na primeira vila disponível em The Sims. Porém, durante todo o período de desenvolvimento dos jogos, eles se mudaram diversas vezes. De Belavista (The Sims 2) a Willow Creek (The Sims 4), eles estão sempre no foco das atenções dos jogadores da série.

Em 2004, com o desaparecimento misterioso de Laura, começamos a perceber as nuances possíveis para sua história. Seja como for, a família Caixão ainda tem muitos segredos entre os galhos secos e sótãos escuros de suas propriedades.

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As diversas interações e personagens disponíveis no “Modo Vida” (que, junto dos modos Construção e Compra, fazem deste jogo o sucesso que é), lado a lado com a sociabilidade e a espontaneidade dos Sims, nos levam a criar universos de possibilidades infinitas e realizar os mais poderosos desejos dentro de nossas mentes.

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